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O Esporte e a Educação, combinação perfeita!

Cada vez mais os esportes vem revolucionando as escolas do país. A preocupação no ensino vem crescendo e uma maneira de incentivar nossos alunos é buscar o desenvolvimento nos esportes. Por isso, a sua importância na educação.

Os esportes auxiliam muito na construção de conhecimentos, valores e até na personalidade dos alunos.

É fundamental ampliar as oportunidades para a prática esportiva nas escolas, visto que a universalização do esporte dá oportunidade aos alunos de vivenciarem experiências esportivas, recreativas, e de lazer, que poderão contribuir significativamente com o processo de formação integral das crianças, jovens e adolescentes que se encontram na comunidade.

Pensando em tudo isso, desde 2013 foi lançado no Brasil, o Programa ATLETA NA ESCOLA, do Ministério dos Esportes, que tem como objetivo incentivar a prática esportiva nas escolas, democratizar o acesso ao esporte, desenvolver e difundir valores olímpicos e paraolímpicos entre estudantes da Educação Básica, estimular a formação do atleta escolar e identificar e orientar jovens talentos.

O esporte pode sim, mudar a vida de jovens em todos os sentidos.

O Expoente Colégio e Cursos, sabendo da importância que o esporte traz para o aluno e para a comunidade, lançou neste mês de março o “Peneirão”, nas modalidades futsal, voleibol e judô, orientado pelo Professor Flávio Costa.

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Os aprovados terão uma Bolsa Atleta no valor de 50%.

O objetivo é que ele seja tão bom nas aulas quanto nas quadras. Os professores de Educação Física e técnicos são orientados a ressaltar a importância dos estudos, liberando os alunos para suas obrigações escolares.

O esporte deve ser o maior aliado da Educação. Juntos promovem o desenvolvimento integral do indivíduo de forma harmoniosa e sadia, despertando para a cidadania e assim formando pessoas do bem.

O esporte funciona como um diferencial na formação do cidadão e na construção de uma sociedade mais saudável em todos os sentidos. O corpo e mente exercem influência mútua e sempre devemos cuidar de um para mantermos o outro saudável.

 

O que você vai ser quando crescer?

É comum no meio adulto questionar os pequenos humanos sobre a escolha profissional e achar graça dessas escolhas, seja porque fazem parte do mundo imaginativo de profissões: “Vou cuidar de dinossauros”, seja porque mostra aptidões recém-adquiridas: “Serei um grande chef” ou, ainda, porque demonstram a falta de repertório em relação ao assunto: “Ora, quando crescer, serei grande”.

Mas a medida que eles vão crescendo essa pergunta começa a trazer muita tensão e ansiedade.

A dúvida é normal e as escolhas nem sempre são fáceis.
Por essa razão é sempre bom perguntar, ler sobre as profissões ou até mesmo ir a locais de trabalhos das pessoas para uma pesquisa.

Procuramos sempre tirar as dúvidas de nossos alunos sobre essa questão.

Nos procurem!

Do Fundamental 2 para o Médio

ENEM, vestibular, mercado de trabalho, empregabilidade, empreendedorismo, formação de valores éticos e de cidadania são expressões que permeiam os conteúdos, atividades e relações no Ensino Médio.
Com o ingresso do aluno no Ensino Médio, elas passam a ser usadas com certa “pressão” sobre os adolescentes.

Ainda em formação, e talvez em sua fase mais crítica, um adolescente que está perto de ingressar no Ensino Médio vive um período de muitas dúvidas e incertezas, pois, juntamente com todas as transformações de ordem biológica, psicológica e social que está vivendo, necessita dar um grande passo para uma escolha que vai, em sua fantasia, determinar sua vida profissional: a escolha de uma profissão.

O estudante entra simultaneamente na adolescência. Multiplicam-se as reuniões com amigos, as baladas, conversas com centenas de amigos nas redes sociais. Aparece o desejo de assistir ao nascer do sol…

Esse momento de passagem é propício para a reflexão.

A classe que frequenta há 4 anos deixará de existir, muitos amigos estarão em salas diferentes no ano seguinte, dos velhos conhecidos professores do Fundamental 2, outros surgirão, da posição de aluna mais velha do Fundamental será a “pirralha” do Ensino Médio, o grau de exigência e profundidade em relação aos conteúdos que vêm crescendo ano após ano terá um salto considerável….é preciso que os alunos percebam isso para se preparar. Tudo é novo e pode ser traumático.

Mas essa mudança não será traumática se o adolescente contar com apoio externo. É função da escola e da família amenizar a transição entre o Ensino Fundamental II e o Ensino Médio, onde haja diálogo sobre essa nova etapa e acompanhamento desse processo, com um olhar diferenciado para esse jovem que necessita de uma postura também diferenciada de acompanhamento.

Lembrem-se todos, é uma parceria aluno – escola – família estabelecida com uma única finalidade: o sucesso do aluno.

É importante ter consciência do que estamos fazendo. Mais importante do que isso: por que estamos fazendo uma parceria aluno – escola – família? Para que o aluno seja bem sucedido. É preciso que todos acreditem nessa possibilidade.

Escolha bons livros para as crianças

Para fugir das armadilhas na escolha de bons livros para as crianças – Por Paula Lisboa

Quem aqui já desejou uma fórmula mágica para ajudá-lo numa decisão difícil? Quem já sonhou com uma receita secreta que dissesse qual a melhor forma de educar, orientar e ensinar nossos filhos? Não tem jeito, sempre que pedimos conselhos e opiniões, acabamos descobrindo que a melhor escolha está dentro de nós, e, para acessá-la, é preciso de tempo para a escuta interior.

Falando em leitura para as crianças, acreditem, o caminho também passa por aí. Infelizmente não existe uma fórmula que nos garanta fazer as melhores escolhas no que se refere aos livros que vamos ofertar aos nossos filhos.

Embora não exista uma fórmula mágica, existem, sim, alguns parâmetros que podem nortear nossas escolhas, parâmetros esses que são construídos a depender da situação: para quem vou ler? Que intenção tenho com aquela leitura? Como vai se dar o encontro da criança com o livro? Além de variar pela situação, a escolha de um bom livro também passa pela subjetividade: um bom livro para mim pode não ser tão bom para você, já que existem o interesse, o gosto, os critérios e os valores que temos internalizados. Parece impossível listar o que seja 100% bom para todo mundo, mas é possível dizer o que NÃO é bom, o que podemos e o que devemos evitar.

Vamos pensar sobre isso?

Nossos alunos e as redes sociais

Esse tema é bastante importante e polêmico, por isso precisamos fazer uma reflexão mais aprofundada.

Por exemplo, para que serve um aplicativo como o Whatsapp para crianças de 10, 11, 12, 13 anos? Que tipo de conversas acontecem nos grupo que eles formam? Quem cuida dessa atividade? Ou não precisamos nos preocupar?
E o Facebook, Instagram e tantas outras?

Será que é certo “liberarmos” essas ferramentas para os pré-adolescentes, que ainda não sabem muito bem o que significa autonomia? Que interação eles estão tendo? Quais são os perigos?

O fenômeno, certamente, não é de tão simples explicação, mas tem sido relativamente comum escutar de pais e mães de que os filhos não demonstram vontade de encontrar amigos no fim de semana ou fora da escola; lá por certa idade, muitos adolescentes parecem duvidar que são capazes de ter realmente uma experiência tão autêntica quanto a que seus pares parecem ter…preferem querer viver apenas no mundo virtual.

Temos também que ficar atentos, pois existem milhares de jovens (muitas vezes com idades inferiores a 10 ou 11 anos) que se expõem diariamente na Internet sem quaisquer cuidados.

Quais de vocês, pais, sabem o que se passa nas conversas de whatsapp, ou do facebook de seu filho? Garanto que é de arrepiar os cabelos! Ou vamos todos acreditar que eles estão trocando mensagens de auto ajuda, imagens lindas de bom dia, textos reflexivos sobre a vida, sobre o amor, sobre as relações, corações e flores?

Pesquisas mostram que nos grupos de whatsapp de crianças de 12 anos há compartilhamento e produção de material pornográfico. Isso quer dizer que eles trocam mensagens com conteúdos pornográficos desde cedo. Afinal, o acesso à internet é ilimitado e eles têm passagem livre para onde quiserem com seus 3G, 4G. Vamos lembrar que a adolescência é a fase das descobertas, das investigações. E onde será que eles as farão?
Perdemos a noção do que é adequado para cada faixa etária? Ou essa classificação não faz mais sentido?

Precisamos refletir tudo isso. Precisamos conversar mais sobre essas novidades e deixar claro nossas posições.

Vamos ficar atentos!

Emancipação Política de Alagoas

DIA 16 DE SETEMBRO COMEMORAMOS A EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DE ALAGOAS.

A emancipação política aconteceu em 1817, quando a comarca foi elevada à condição de capitania.
Em 1839 a sede do governo foi transferida da antiga cidade de Alagoas (hoje Marechal Deodoro) para Maceió.

Diretamente e indiretamente, mesmo sendo um dos menores Estados do País, Alagoas, teve grande influência para mudar os rumos da história. Os dois primeiros “comandantes” da República são alagoanos: Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto.

O que você vai ser quando crescer?

O ser humano se depara com várias dúvidas no decorrer de sua existência. São muitas as escolhas cruciais que precisam ser feitas, entre elas “O que você vai ser quando crescer? ”. A escola tem papel fundamental ajudando os alunos no desdobramento desse processo.

O adolescente, inquieto entre os seus 15 e 18 anos, muitas vezes, após o término do Ensino Médio, não consegue definir qual é a sua vocação profissional. A reflexão para conhecer a sua disposição natural e assegurar-se de suas habilidades, suas preferências, seus desejos e até o seu estilo de vida faz parte do processo do autoconhecimento e, por sua vez, do amadurecimento para a escolha profissional. A questão é como enfrentar essa situação.

É aí que entra o papel da escola, ajudando-o a tirar dúvidas, mostrar novas perspectivas, e principalmente discutir suas escolhas. O trabalho da Escola é essencial para a construção do futuro de seus alunos.